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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Saudações da Prefeira de Wellington ao povo de Alaejos, Espanha

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O maior símbulo humano de paz em Lucena

Ato realizado em Lucena, Philipinas.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Tradução do discurso Rafael Rubia em Wellington

Hoje, 2 outubro do ano de2009, quando se cumprem 140 anos do nascimento de Mahatma Gandhi, Dia Internacional da Não-Violência, naOceania, Wellington, iniciamos a Marcha Mundial pela Paz e Não Violência.

Nova Zelândia, o país mais oriental do planeta, é uma referência para o mundopor sua luta pela paz e desarmamento, porque os neozelandeses saíram do jugodas bases extrangeiras e do armamento nuclear.


Desde esse ponto extremo e longe dos centros de poder começamos esta ação mundial. Nós viemos do mais oriental das ilhas Chatham (Rekohu), que é o local que recebe os primeiros raios do sol, com os quais começa o dia no planeta. Ali com os amigos das culturas ancestrais, os Moriori iniciamos esta jornada que terá um valor simbólico.

A marcha mundial, que alguns qualificaram como a maior manifestação a ser realizada pela Paz e Não Violência, percorrerá mais de 100 países em 5 continentes, algo nunca antes realizado na história e será concluída em janeiro 2 de janeiro de 2010 no Parque de Estudo e Reflexão de Punta de Vacas, ao pé do Monte Aconcágua, o teto do ocidente.


Aspiramos que da mesma forma que o dia amanhece aqui para o planeta, comece

para toda humanidade, um novo dia com um mundo sem armas nucleares e guerras. Amigos, como todos sabem além de Wellington hoje em muitas outras cidades, povoados, e mesmo em pequenas aldeias, também começa esta grande marcha com multiplas ações. Meus cumprimentos aos amigos da Austrália, dos países Asiáticos, da África, da Europa, aos amigos da América do Norte e aos amigos da América do Sul.


Esta marcha já impactou nossas consciências. Estamos determinados a trabalhar ara o desaparecimento da guerra e eliminação da violência. Esse desejo que a maioria dos seres humanos tem levado em seu coração desde tempos antigos, cobra um novo sentido, porque hoje nós podemos sintonizar com uma só voz em todo planeta. Nunca tivemos uma oportunidade como esta. Esta marcha pode converter-se em um fenômeno sem precedentes que nos situe em um novo momento histórico.


De onde viemos? Na nossa memória colectiva das guerras, das conquistas, das invasões que seguem sendo a principal referência de nossa história. Assim se ensina nas escolas. A violência continua exaltado como o maior expoente da honra e valor. Isto nos levou à esta situação de violência generalizada, onde o que se impõe é a força destrutiva. Quem são os países que decidam a nível internacional? Aqueles que têm mais poderio de destruição.

Além disso, este poder hoje está entrelaçada com outros, o poder militar move ao econômico, que por sua vez controla os meios de comunicação e todos acabam manejando o poder político. Esta violência foi-se instalado como um quadro complexo que a partir de níveis governamental e institucional se projeta para todas os âmbitos da sociedade.


Entretanto, com o progresso conseguido por acúmulação histórica, a humanidade teria recursos suficientes para que se desse um passo de gigante garantindo a todo ser humano a comida, a água, a saúde, a habitação e educação mínima suficientes e dignas. Tendo essa possibilidade, os recursos são utilizados no desenvolvimento desmedido de armamentos, na militarização. Esta sangria dos recursos na sociedade também está fazendo retroceder a qualidade de vida da classe média em todos os cantos do mundo. Prostergando progressivamente aos setores mais fracos, como são os jovens e crianças, mulheres e idosos.

Marcha Mundial inicia no ano em que este sistema entrou na mais grave crise financeira mundial. Todos experimentamos as restrições da recessão. Não obstante, neste ano voltou a bater o recorde dos maiores investimentos em armas da história.


Em todo o planeta está aumentando o descontentamento. E o que fazem os governos em geral? Aumento a repressão, a militarização, os controles estão cada vez maiores, chegando hoje a extremos insustentáveis.

Não faltam mentes febris de governantes e grupos econômicos do aparato militar-industrial, nas sombras do poder, que vêem como saída dessa "desordem" que eles têm gerado, a confrontação armada. Assim eles vem fazendo durante séculos. Sua solução é " para grandes crises, grandes guerras."

Porém hoje a coisa vai mais além. Há países que falavam da possibilidade de ataques nucleares "controlados" nas guerras convencionais. Há grupos minoritários buscando meternos em uma terceira guerra mundial. Voltar aterrorizar novamente a humanidade, para manter sua hegemonia mundial por outros 60 ou 70 anos. Querem outros Hiroshima e Nagasaki para afirmar seu poder obsoleto e ultrapassado. Eles se autodenominam países civilizados ...


Porém a história tem suas reviravoltas e mudanças de direção. Ao mesmo tempo coexistem outras situações, nem tudo é negativo, estão abrindo-se novas possibilidades. Hoje também se respiram ares de mudança no mundo. Se volta a saborear a esperança do novo...




Existem milhares de milhares, milhões de razões, como incontáveis são os mortos na história humana que reveindicam um "já basta". Paremos a violência definitivamente. Queremos um mundo sem agressão armada, sem invasões, no qual se reduza os gastos militares. Redirecionemos os orçamentos militares para o benefício da sociedade civil. Que tanto o necessita! Repensemos sobre o papel dos exércitos para apoiar as populações em caso de catástrofes, ajuda humanitária, etc.. Já chega de exércitos de guerra, construamos exércitos para a paz.

Amigos esta é uma marcha que não tem retorno. Esta é uma marcha, que só termina quando cessem as guerras no mundo. Esta é a marcha dos que já estamos cansados de tanta violência. Esta é uma marcha que vem desde muito atrás na história. Esta marcha começou naquele momento em que um ser humano violentou a outro. Surgiu naquela tribo que agrediu a outra mais fraca. Se iniciou quando aquela minoria foi exterminda. Aí estão as origens dessa violência que é recriada a cada dia quando violentamos as pessoas a nossa volta, quando uns grupos discriminam a outros, quando se usa o poder para reprimir, controlar e impor. Quando não tratamos aos demais como gostaríamos ser tratados.


Esta é uma marcha que percorrerá o mundo alertando sobre o grave perigo em que estamos, mas também anunciando que nos encontramos ante a possibilidade de sair finalmente da “pré-história humana ".

Pedindo esse "já basta" nos colocamos a marchar e tomara que esta marcha nunca se acabe até que as armas nucleares e as guerras desapareçam da face da terra.


Convocamos aqueles que têm mantido uma luta pacífica e não violenta, todos que em algum momento se rebelaram contra a violência estabelecida, aqueles que também foram violentados e não tiveram forças para reberlar-se, a todos os que viram seus ideais sociais fracassados , todas as pessoas boas do mundo, não importa de onde provenham nem a cor de suas bandeiras, o que nos une é o futuro.

Visitaremos os governos e as instituições para lhes falar sobre essas coisas e os entregaremos este manifesto do qual vou ler um trecho.


"Senhores presidentes e primeiros-ministros dos Estados Unidos da América, da Federação Russa, a República Popular da China, da República da França, do Reino Unido, da República da Índia, R.I. do Paquistão, Da República Popular da Coreia e do Estado de Israel:

Recai sobre vocês a responsabilidade deste momento em que se decide o futuro humano. Vocês serão os que decidirão entre a história e a pré-história, entre a humanização e a animalização, entre uma terra para todos ou um mundo atemorizado, entre uma terra generosa ou um deserto contaminado. Vocês serão os responsáveis pela atmosfera social que respiramos, nos próximos anos.


Exigimos de vocês, que priorizem em suas políticas de defesa e relações exteriores:

• o desarmamento nuclear a nível mundial,

• a retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados,

• a redução progressiva e proporcional do armamento convencional,

• a assinatura de tratados de não agressão entre os países e
• a renúncia dos governos de usar as guerras como meio para resolver conflitos. "


Chega o momento de agradecer e lembrar de todos aqueles que tornaram possível esta Marcha Mundial. Em pouco mais de dois anos a partindo de alguns poucos aos quais foram se somando outros, e outros e outros. Assim, delicadamente, sem recursos, sem apoio de poderes, nem de empresas, com o "boca-a-boca" foi-se expandindo esta idéia, que foi se calando até ser uma "possibilidade", depois se converteu em "certeza" que acabou sendo uma inspiração para muitos. Rodando e rodando chegou a cobrir cerca de 100 países em todo o planeta. Partiu da organização humanista Mundo sem Guerras e em pouco tempo se somaram centenas, hoje milhares de organizações. Agradecemos aos humanistas do mundo, aos seus organismos e frentes de ação.


Agradecemos à rede mundial de Prefeitos para a Paz, a Federico Mayor Zaragoza, da Fundação Cultura de Paz, a Rede de Parlamentares para o Desarmamento Nuclear, da Rede Abolição 2000, ao grupo SUMMIT de Prémios Nobel, para mencionar alguns deles. São milhares de intelectuais, artistas, acadêmicos, esportistas, que se somaram a esta Marcha Mundial juntamente com os presidentes, prefeitos e líderes espirituais. E como não, junto a M. Gandhi também recordar a M. Luther King como expoentes máximos da não-violência. A Mario Rodríguez Cobos (Silo) criador do Humanismo Universalista. Sem todos vocês que a Marcha Mundial não teria sido possível. Mas os grandes protagonistas desta marcha são as centenas de milhares de pessoas, e esperemos milhões de pessoas anônimas, os "invisíveis do mundo" que são os que finalmente sofremos a violência em todas as suas formas. Esta é a marcha de todos aqueles quem nunca marcharam, que nunca se manifestaram porém que pensam que chegou o momento de dizer: basta de tanta barbárie,pela primeira vez na história a nível mundial.


Amigos para terminar quero mencionar um relato que tem sido muito inspirador e de grande significado para muitos nesta marcha:

Em tempos remotos à procura de alimento e abrigo aqueles primeiros povoadores se adentraram em terras desconhecidas e inóspitas, onde lutaram contra as feras, os elementos e as forças da natureza. Assim foi por milênios. No final daquela grande época acabaram povoando toda a terra.


Em outra época, buscando riquezas, posses e aventuras, alguns povos se submetram a outros povos. Os masacraram e escravizaram, apropiando-se de seus bens, de seus recursos, de seus corpos e também de suas mentes. Assim estiveram percorrendo o mundo até hoje, semeando sofrimento, fome, miséria, enfermidade e dor, muita dor.

Porém hoje já chegam tempos de renovação, onde os seres humanos volte a percorrer o planeta terra. Não para saciar sua fome, nem para escravizar ou roubar do outro. Senão para estender a mão reconhecendo ao irmão, para reconciliar-se, para colaborar, para construir as bases de uma nova cultura, de uma nova civilização, como jamais houve antes na terra. Para decididamente construir a nação humana universal ...


Chegou a época em que os humanos decidiu se levantar e confluir desde as diferentes raças, credos e gerações, pela primeira vez na história em uma empresa comum: uma longa marcha que percorreu o mundo comovendo a consciência e o coração humano ...


Amigos .... Marchemos e não paremos até conseguir nosso propósito!


Um mundo sem guerra e sem violência!


Que viva a Marcha Mundial pela Paz e Não-violência!


Rafael de la Rubia

Wellington outubro 2, 2009
_______________________

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Na TV Colombiana, Igreja Católica adere à Marcha

Nota emitida na Caracol Tv comentando a adesão da igreja católica Colombiana e a entidade "Colombia No violenta" a Marcha Mundial pela Paz e Não-violência.

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Humanistas desnudam-se em Barcelona pela Paz e Não-violência

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Deixe sua pegada também!

Quantos quilômetros você quer fazer?

Muitas pessoas colocaram seu pés, sua vontade e seu coração nesta marcha.

Você pode apoiar os gastos da Equipe Base que realizará todo o percurso
com um ou mais quilômetros, a um custo de de € 5 (euros) ou us$ 7 (dólares) por km.


Chegamos a 1.079,26 KM (0,67%) de nosso objetivo de 160.000 KM!

0,67%

KmEUROS €USD $
21014
105070
20100140
40200280
100500700
20010001400
30015002100
50025003500
100050007000


Nome

E-mail

Aceito que meu nome apareça na lista de doadores.

Selecione quantos KM deseja doar:


Faça um "clique" abaixo para doar:


A Marcha Mundial não conta com recursos financeiros própios: não é financiada por Governos ou qualquer organização comercial. É possível graças à contribuição dos membros da equipe e de doações recebidas. As doações que comprometen o sentido ou o espírito da MM não são aceitadas.

A Marcha Mundial é possível por reunir esforços de milhares de organizações e organismos sem fins lucrativos e de centenas de milhares pessoas, que promovem ações em cada trecho da marcha, em cada cidade e em cada país, e que sempre dispõem de seus própios recursos, com base na atividade voluntária.


Mundo Sem Guerras é uma organização sem fins lucrativos.



PAYPAL

A doação não poderá ser superior a € 5.000.-

As doações por meio de cartão de crédito ou cartão de débito seão processadas através de PayPal.
Paypal é o método mais conhecido, popular e seguro de pagamento online. É utilizado por grandes lojas como eBay. Não deixe pra amanhã! Se você não sabe como usar o PayPal, por favor, pergunte a seu filho, vizinho ou colega!

TRANSFERÊNCIAS BANCÁRIAS: se você prefere pagar através de transferência bancária, por favor utilize esta conta:

Asociación Mundo sin Guerras y sin Violencia
N º da conta: 2100 1224 85 0200209636
IBAN: ES8221001224850200209636
BIC (código de identificação bancária - sistema SWIFT): CAIXESBBXXX

Se prefere contribuir com outros meios ou pode nos proporcionar bens e serviços (de camisetas e impressão de folhetos até câmeras de vídeo profissionais ou telefones satelitais), por favor entre em contato conosco: donaciones@mundosinguerras.org

De acordo com a vontade declarada, os nomes de todas as pessoas e organizações que contribuem seraõ publicados neste website.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Dia de Hiroshima & Nagasaki - 6 agosto 1945

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Movimento pela paz recria performance de Lennon e Yoko Ono

Uma cama em pleno Central Park e a mensagem: “Dê uma chance à paz” chamou a atenção de quem passeava no domingo.


JORGE PONTUAL e LUIZ CARLOS AZEVEDONova York


Uma cama em pleno Central Park e a mensagem: “Dê uma chance à paz”. Está de volta, 40 anos depois, a performance de John Lennon e Yoko Ono, que passaram uma semana deitados, em um hotel no Canadá, para protestar contra a Guerra do Vietnã. Com a fama do ex-beatle, o clipe da música “Give peace a

chance” correu o mundo.



O evento é o lançamento em Nova York da marcha mundial pela paz e pela não violência, que começa em outubro na Nova Zelândia e vai dar a volta ao mundo terminando, em janeiro na Argentina, depois de passar em dezembro por várias cidades brasileiras, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo.

O evento atraiu crianças que brincaram de pintar o rosto com símbolos pacifistas e deram depoimentos que serão usados na campanha. O carioca Carlos André vinha passando e também parou para falar sobre a paz.

O porta-voz Chris Wells disse que um dos objetivos é despertar a consciência mundial para o risco que as armas nucleares ainda oferecem. A marcha pedirá o fim dos arsenais atômicos e de todas as guerras mundo afora.

Nesta tarde gostosa de domingo no Central Park, a paz parece estar ao alcance da mão.


Fonte: http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1269336-16020,00-MOVIMENTO+PELA+PAZ+RECRIA+PERFORMANCE+DE+LENNON+E+YOKO+ONO.html

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Notícias e imagens do Ato pelo Desarmamento Nuclear no Mundo

Desde 1945, o dia 06 de agosto é uma data para se lembrar e refletir, afinal, quando o homem decide lançar uma bomba destruidora em uma cidade, é sinal de que algo está muito errado – e foi isso o que aconteceu nos dias 06 e 09 de agosto de 1945, quando Hiroshima e Nagasaki, respectivamente, foram atingidas por bombas atômicas.


Para lembrar o que aconteceu em 1945, a Marcha Mundial Pela Paz e Não Violência organizou uma ação conjunta, com manifestações em diversos países, em cada continente do planeta. Nessas atividades, o lamento deu lugar à ação, convidou cidadãos a manifestar a aversão à ameaça atômica e chamou o olhar da imprensa para a questão.


Se os dias 06 e 09 de agosto de 1945 fossem apagados da História, Hiroshima seria descrita como uma charmosa cidade em forma de leque, composta por seis pequenas ilhas formadas pelos cais do Rio Ota. Já Nagasaki, seria conhecida como a cidade japonesa onde os portugueses criaram um centro comercial que por muito tempo foi a porta do Japão para o mundo. Mas, apesar da importância cultural dessas duas cidades, a maioria só as conhece por causa dos ataques atômicos que sofreram. Na esperança de que isso não se repita, seguem notícias de um pouco do que a Macha realizou mundo afora para marcar a data.



São Paulo


Na capital, o evento do dia 06 de agosto teve como tema “O Desarmamento Nuclear, um Direito Humano”. Na Assembléia Legislativa, no Ibirapuera, os participantes assistiram a um painel sobre a questão com a presença do diretor do Instituto Cultural Hiroshima de São Paulo, Alexandre Motonaga, do professor de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica (PUC), Hamilton Octávio de Souza, e da porta-voz da Marcha na capital paulista, Flávia Estevan, entre outros. Além disso, houve exibição de vídeos e uma bela apresentação musical, com Gisela cantando “Rosa de Hiroshima”. Para completar, dois sobreviventes dos ataques emocionaram com seus depoimentos. Algumas imagens podem ser vistas aqui.



Já em Cotia, a manifestação do dia 06 de agosto teve até transmissão ao vivo pela TV Legislativa de Diadema. É que o pessoal da Marcha Mundial teve direito à fala na sessão da Câmara, que, na ocasião, oficializou a adesão à MM. O vídeo pode ser visto aqui.



Ainda em Cotia, a Comunidade Mensageiros da Paz organizou um evento com painéis, músicas e vídeos. As fotos estão aqui.



Em Osasco, a lembrança de Hiroshima e Nagasaki aconteceu no dia 07/08. Vendo as fotos, dá para ter uma idéia de como essa galera foi vista e ouvida por poderosos e cidadãos comuns.



Recife


Em Recife, as homenagens e pedidos de paz começaram no dia 04/08, com intervenção e falas na Terça Negra (Pátio de São Paulo). No dia 06/08, a atividade foi chamada de Educação Pela Não Violência, com oficina e vídeos sobre o tema, na Escola Municipal São Cristóvão. Por fim, no sábado, dia 08/08, o show Repúdio Atômico levou bandas de Hard Core, debates e vídeos à platéia que se reuniu na Varanda do Matuto, lá no Recife Antigo.


Rio de Janeiro


No Rio de Janeiro, os membros do comitê local da Marcha Mundial lembraram os ataques atômicos de 1945 agindo em nome da paz em um ato que aconteceu na UERJ, com vídeos, palestras e atividades culturais. Algumas fotos podem ser vistas aqui.



Mais imagens do dia 06 de agosto – fotos das atividades realizadas em Mendonça (Argentina), Bogotá (Colômbia), Nova York (Estados Unidos), Milão e Barcelona (Espanha) – Casa Asia e Puerta Del Angel

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sábado, 7 de março de 2009

Notícias da Marcha Mundial nº 2 - Março

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quinta-feira, 5 de março de 2009

Apresentação da Agência Internacional de Notícias pela Paz e Não Violência

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Adesão de Juanes, cantor Colombiano



Juan Esteban Aristizabal Vásquez (Colombia)
http://www.juanes.net/

Cantor, compositor, guitarrista, arranjador e produtor de música pop rock em espanhol, alem de declarado ativista de causas sociais e humanitárias.
Foi condecorado pelo Governo da França com a ordem de Cavalheiro da Orden Francesa das artes e das letras. Foi eleito pela revista americana People como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Foi nomeado embaixador da alegria pelo povo equatoriano. Foi convidado a cantar no prêmio nobel da paz. Galardoado com 17 prêmios Grammy Latinos, 9 Premios MTV, 2 NRJ Radio Awards, 6 premios "Lo Nuestro", e outros reconhecimentos internacionais por suas composições ao amor, à paz e aos desastres de guerra.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Atenção!!!

Se você possui FOTOS ou VIDEOS sobre a

MARCHA MUNDIAL PELA PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA,

mande email, com foto ou video, ou o link para baixar arquivos, para


Veja o boletim de Janeiro:
http://br.youtube.com/watch?v=gdBtp8C230Q

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Campanha das Nações Unidas

Campanha da Ogilvy, Suécia para mostrar que o conflito na Geórgia não se resumia apenas a questões políticas, havendo um lado humano que importa não esquecer.



Peças de roupa encontradas nos locais de bombardeios foram ‘exibidas’ em mobiliarios urbanos para mostrar o efeito que a guerra tem sobre os civis.


Obrigada pela informação.

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Federico Mayor Zaragoza

Estimados amigos.


Como ya saben Federico Mayor Zaragoza ex- director general de la UNESCO por 12 años esta difundiendo con muchas intensidad la MM. Hace dos días en una entrevista de la CNN plus en España hablo ampliamente de la MM.

Además él ha confeccionado esta carta testimonio con la que convoca a adherir a la MM, se ha ocupado de traducida a varios idiomas (Ingles-francés-ruso-árabe) y la esta enviando a sus contactos internacionales.Creo que es un ejemplo de compromiso, posicionamiento, confluencia y difusión con la MM.

Por otro lado esta colaborando en abrir numerosos contactos en distintos campos.

Se la envío pues puede ser de utilidad sobre todo en el campo educativo donde es una referencia importante. También puede ser un tema para una nota de la agencia de información.

Un fuerte abrazo

Rafa
Algunas figuras internacionales
http://www.marchamundial.org/es/adhesion/listados-de-adhesiones/listado-de-adherentes

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Fundamentação sobre a importância de mobilizar-se para o desarme nuclear, a Paz e a Não-Violência

Alguns esclarecimentos a respeito deste trabalho

Este material foi elaborado por uma comissão formada por membros do Movimento Humanista da Argentina (Lía Méndez, Luis Ammann, Fernando García, Eduardo Montes, Víctor Piccininni y Guillermo Sullings)

O interesse do mesmo é o de apoiar a Marcha Mundial na Argentina, brindando informação, elementos de juízo, e um enfoque humanista acerca da situação mundial de crescente violência, e em particular sobre o risco que representam os arsenais nucleares nesse contexto, com o fim de contribuir à tomada de consciência do povo argentino sobre tais temas.

Para facilitar uma compreensão integral sobre estes temas, redigiu-se em primeiro lugar uma Visão Geral, na qual se tenta sintetizar e articular a argumentação geral, enquanto que para poder aprofundar no mais específico, se acompanham seis anexos.

No primeiro anexo desenvolve-se a temática da iminência do risco nuclear no actual contexto mundial.

No segundo relaciona-se o armamentismo com os interesses económicos.

No terceiro aprofunda-se sobre os diversos tipos de violência.

No quarto desenvolvem-se perspectivas e propostas enquadradas na metodologia da não-violência.

No quinto anexo mencionam-se os objetivos da Marcha Mundial pela Paz e não-violência.

No sexto anexo reflecte-se acerca da necessidade de consciencialização sobre o tema nuclear na Argentina e particularmente nas novas gerações.

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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

A Marcha em Programas de TV pelo mundo

Programas de TV de Santiago, no Chile






Programa de TV de Guadalajara, México

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Marcha Mundial pela Paz e Não-Violência - 2009




“Para que se escute o clamor de milhões no mundo que querem a paz e o fim das guerras. Para que as forças do Pacifismo e a Não-violência sejam maioria
e façam sentir sua voz”


É a primeira Marcha Mundial que percorrerá todo o planeta pedindo o fim das guerras, as armas nucleares e a eliminação de todo tipo de violência.
Uma ação dirigida a:

Conseguir o desaparecimento das armas nucleares; a redução progressiva e proporcional do
armamento; a assinatura de tratados de não agressão entre países; a renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos.

Resgatar o melhor das diversas culturas e povos da Terra.

Confluir as vontades de toda a sociedade civil para eliminar definitivamente a marca social
das guerras.

Gerar uma consciência social mundial contra toda forma de violência (física, psicológica, racial, religiosa, econômica, sexual), tão estabelecida e aceita pela sociedade.
Uma consciência global que atue como repulsa geral
para a violência.

Por que
Porque a fome no mundo pode ser resolvida com 10% do que se gasta em armamento. Podemos imaginar como seria se destinassem o 30 ou 50% para melhorar a vida da gente, em lugar de aplicá-lo em destruição?
Porque eliminar as guerras e a violência representa sair definitivamente da pré-história humana e dar um passo de gigante no caminho evolutivo da nossa espécie.
Porque nesta aspiração nos acompanha a força das vozes de tantas gerações anteriores que sofreram as conseqüências das guerras cujo eco segue se escutando hoje em todos os lugares onde continuam deixando seu sinistro rasto de mortos, desaparecidos, inválidos, refugiados e deslocados.
Porque um “mundo sem guerras” é uma proposta que abre o futuro e aspira a concretizar-se em cada canto do planeta, no qual o diálogo vá substituindo à violência.
Chegou o momento de fazer ouvir a voz dos sem-voz!
Milhões de seres humanos pedem por necessidade que se acabem as guerras e a violência.
Podemos consegui-lo unindo todas as forças do pacifismo e da não-violência ativa do mundo.

Quando

Começará na Nova Zelândia no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas “Dia Internacional
da Não-Violência”. Finalizará na Cordilheira Dos Andes (Punta de Vacas, Aconcágua, Argentina) em 2 de janeiro de 2010.
Durará 90 dias, três longos meses de viagem. Passará por todos os climas e estações, desde o verão tórrido de zonas tropicais e desertos até o inverno siberiano.

Quem participa

A marcha é uma iniciativa de “Mundo sem guerras”, organização internacional que há 15 anos trabalha no
campo do pacifismo e a não-violência.
No entanto, a Marcha Mundial se construirá entre todos. Está aberta à participação de toda pessoa,
organização, coletivo, grupo, partido político, empresa, etc., que compartilhe a sensibilidade deste projeto. Por conseguinte, não se trata de algo fechado, mas de um percurso que irá se enriquecendo
graças às atividades que se ponham em marcha segundo as diferentes iniciativas.

O que vai ser feito

A seu passo pelas cidades serão realizados todo tipo de foros, encontros, festivais, conferências e eventos
(esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos,etc.), que se irão organizando conforme
surjam iniciativas em cada lugar.
Nestes momentos se conta já com centenas de projetos que pessoas e organizações iniciaram.

Para que

Para denunciar a perigosa situação mundial que nos está levando para as guerras com armamento nuclear,
um beco sem saída e a maior catástrofe humana da história.
Para dar voz à maioria dos cidadãos do mundo
que não estão a favor das guerras nem da corrida armamentista.
Todos sofremos as conseqüências da manipulação de uns poucos porque não damos um sinal unidos.
É hora que cada um mostre sua posição, sua rejeição.
Une teu sinal ao de muitos outros e tua voz terá que ser ouvida!
Para conseguir: o desaparecimento das armas nucleares; a redução progressiva proporcional de armamento; a assinatura de tratados de não agressão entre países; a renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos.
Para colocar em evidência outras múltiplas formas de violência (econômica, racial, sexual, religiosa) escondidas ou dissimuladas por aqueles que as provocam, e para proporcionar uma via para fazer-se ouvir aos que as sofrem.
Para criar consciência global da necessidade de uma verdadeira Paz e de repúdio para todo tipo de violência, da mesma maneira que aconteceu com a ecologia.

Página Oficial:
http://www.marchamundial.org/

Adesão Pessoal:
http://www.marchamundial.org/es/adhesion/personal

Adesões de Entidades, Organizações, Grupos e Coletivos:
http://www.marchamundial.org/es/adhesion/organizaciones

Adesões de Governos e Municípios:
http://www.marchamundial.org/es/adhesion/alcaldes

Adesões de Universidades e Centros Educativos:
http://www.marchamundial.org/es/adhesion/universidades-y-centros-educativos

Clique nas imagens para ver em tamanho maior

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Organizações planejam atividades da Marcha Mundial pela Paz

Fonte: Adital

A organização Mundo Sem Guerras programa atividades da Marcha Mundial pela Paz e Não-violência para o mês de outubro até o dia 14 de novembro de 2008, data em que será apresentada a Marcha oficialmente em Punta de Vacas, Argentina. Serão 90 dias de marcha, de 2 de outubro de 2009 até 2 de janeiro de 2010.

No próximo dia 2 de outubro, serão realizados atos e eventos comemorativos em 100 cidades do mundo sob o lema: "Daqui a um ano começa a Marcha Mundial pela Paz e Não-violência". No dia 17 de outubro, em Milão, Itália, haverá a apresentação da Marcha para a Europa. No dia 6 de novembro, a apresentação será em Buenos Aires, Argentina.

A Marcha Mundial começará na Nova Zelândia no dia 2 de outubro de 2009, dia do aniversário de nascimento de Gandhi, declarado, pelas Nações Unidas, Dia Internacional da Não-violência. Terminará na Cordilheira dos Andes, em Punta de Vacas, no pé do Monte Aconcágua no dia 2 de janeiro de 2010. Uma equipe base permanente de cem pessoas de diferentes nacionalidades e idades percorrerá durante 90 dias mais de 90 países e 100 cidades nos cinco continentes.

A Marcha tem por objetivo fazer confluir para milhares de pessoas a partir da diversidade (ideológica, racial, de gerações, religiosa, etc) em um objetivo comum, a Paz e a Não-violência. Pretende dar voz para a maioria dos cidadãos do mundo que não estão a favor das guerras nem da corrida armamentista, além de denunciar a perigosa situação que Poe acabar em catástrofe.

Os outros objetivos são: obter o desaparecimento das armas nucleares e a redução progressiva de armamento; conseguir a assinatura de tratados de não agressão e a renúncia dos governos à guerra como solução dos conflitos; colocar em evidência as múltiplas formas de violência às quais se tem submetido o ser humano (econômica, racial, sexual, religiosa), de maneira que se crie uma consciência global da necessidade de uma verdadeira Paz e um explícito rechaço total a todo tipo de violência.

Diversas organizações, universidades e entidades públicas já aderiram à Marcha. As adesões pessoas alcançam o número de 700. Entre elas, podemos destacar personalidades de reconhecido prestígio no mundo artístico, docente, literário, político e social. Para aderir à marcha, visite o sítio: www.marchamundial.org

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World March for Peace and Nonviolence

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